Um cais de decisão. Um navio abandonado, ferido pelo tempo, marcado pelo silêncio. Cada viajante chega com uma história diferente — mas todos ouviram o mesmo chamado.
A embarcação representa a Igreja: parada no porto, mas destinada ao alto mar. À medida que cada personagem restaura o que é seu, o navio volta a tomar forma. O casal conserta a base. A jovem remove a sujeira. A viúva redescobre que não é tarde. O profeta busca o ex-capitão que desistiu de sonhar.
No final, o navio está pronto — limpo, restaurado, equipado. Só falta uma coisa: o vento do Espírito. E é então que a Igreja clama pelo avivamento.